Human-in-the-loop: quando o humano precisa entrar na execução
Critérios práticos para decidir o que um agente pode fazer sozinho e o que exige revisão humana.
Por Chegai

Nem todo passo de um agente precisa de humano. Mas os passos errados, sem humano, custam caro.
Na prática, desenhe três faixas de autonomia — e deixe a política escolher a faixa, não o modelo.

Use HITL quando houver
- Impacto financeiro ou contratual
- Comunicação externa em nome da marca
- Alteração de dados mestres (cliente, preço, permissão)
- Decisão ambígua com baixa confiança do modelo
Automatize com segurança quando
- A ação é idempotente e reversível
- O escopo está fechado por política
- Há telemetria e alerta em tempo real
O desenho certo mistura os dois: o agente prepara, o humano aprova o que importa, e o sistema registra tudo.
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